Os partidos políticos deveriam ser os pilares da democracia, organizando a vontade coletiva. Na prática, porém, muitos se tornaram estruturas opacas, voltadas a interesses de cúpula e, em casos extremos, a sucessões hereditárias.
Hoje, no Brasil, o cidadão enfrenta uma encruzilhada: Ou se curva à vontade dos “donos” das legendas ou permanece fora do jogo democrático.
Mesmo com ideias sólidas e apoio social, a filiação partidária é um pedágio obrigatório. E o cenário piorou com os Fundos Eleitoral e Partidário, onde a distribuição de recursos é, uma decisão discricionária e solitária dos presidentes nacionais dos partidos. poucos dirigentes.
Por que não permitir candidaturas avulsas mediante apoio social real?
Uma proposta (como a do ex-ministro Célio Borja) sugere que a subscrição de 15 a 20 mil eleitores validaria uma candidatura. Isso traria:
Legitimidade: O candidato nasce do apoio popular, não do vácuo.
Fim do argumento do “aventureiro”: Hoje, os próprios partidos já promovem aventureiros quando convém aos seus caciques.
Soberania: Devolve ao cidadão o poder hoje sequestrado por estruturas fechadas.
A democracia se fortalece pela ampliação da representação, não pela restrição. Candidaturas avulsas não são uma ameaça, mas uma salvaguarda contra a degeneração oligárquica.
O que você pensa sobre o fim da exclusividade partidária nas eleições?

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Comunicação Política.
Novamente, sobre jornalismo.“A Arte da Entrevista – Uma antologia de 1823 aos nossos dias”, é uma coletânea organizada por Fábio Altman e que se tornou

