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Gente besta!

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Um jumento que acredita ser uma deusa. 

Não faça das oportunidades que a vida lhe dá, ameaças. 

Conta uma fábula, que um jumento entrou numa cidade tendo a imagem de uma deusa no dorso. O povo prostrou-se em orações, preces, louvores e honra. O jumento tomou-se de uma vaidade absoluta, ficou garboso, cheio de si, por acreditar que os louvores eram para ele. 

Em determinado momento, alguém retirou a imagem da deusa  do lombo do jumento para colocá-la num altar e devolveu o jumento para o estábulo. O animal frustrou-se; deprimiu-se e deixou-se morrer. 

Está representada aí a vaidade que ridiculariza, por levar pessoas em posição de relevo a acreditar que a elas se destinam as honras dadas aos cargos e funções que ocupam. É a miopia moral; a relação perfeita entre a dignidade de um cargo e a pequenez do indivíduo que o ocupa. 

Quando voltam à planície, essas pessoas cobrem-se de tristezas,deprimem-se  e algumas – muitas até – entregam a vida ao destino final.  

Quando o Estado é o ambiente a ser considerado, a fábula diferencia um estadista de um charlatão. 

O estadista sabe que a cadeira que ocupa é mais antiga e mais duradoura do que a presença dele nela. O charlatão não. Este enche-se de vaidade e acredita-se único. Por isso, diante de qualquer chance de perder o poder, de precisar deixar a cadeira que ocupa, torna-se autoritário e tenta perpetuar-se pela força e pela chantagem. 

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